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Almada aposta na valorização do estilo brasileiro tropical. “Há oito anos fizemos uma pesquisa onde foi muito enfatizada a questão do tropicalismo, que veio com Carmem Miranda e reflete o estilo do País”, conta. Conforme o novo presidente, o design brasileiro é muito valorizado no exterior e o setor deveria aproveitar esta fase para crescer na exportação. “Mas à primeira vista é mais fácil fazer o calçado conforme o modelo que nos é mandado do exterior. Dessa forma a empresa precisa degolar lucros para conseguir ganhar da concorrência.” Por isso, Almada defende a criação de calçados brasileiros, desenvolvidos e feitos aqui, e exportados para o exterior. “Não falo de um sapato com a bandeira brasileira escancarada, mas de algo com design original, onde o fabricante conseguirá agregar valor ao produto.” O dirigente da Abeca afirma ainda que a entidade está com diversos projetos, mas eles somente serão divulgados quando estiverem bem estruturados. “Mas posso dizer que pretendemos estender a Oficina de Moda, lançada na Courovisão 2003, com a intenção de levá-la para outras feiras.” A Abeca existe há 14 anos e começou com cerca de 120 sócios-fundadores. Hoje são 1.200 associados, com integrantes também no Chile, Argentina, Uruguai, Peru e México. |
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