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Signatária de documentos encaminhados a autoridades estaduais e federais, solicitando a reversão da medida que prevê a eliminação da alíquota, a Assintecal também é atingida pela recente decisão federal, uma vez que reúne fabricantes de produtos químicos para couro. "Se o beneficiamento deste produto for reduzido, teremos impacto, também, na produção de produtos químicos para esta atividade, o que representa menor faturamento e redução de empregos", salienta o presidente da entidade. O couro wet blue é uma das primeiras fases do beneficiamento do produto, com baixo valor agregado. "Não há razão para vendê-lo sem taxas ao mercado externo, pois temos domínio mundial na produção de couros e podemos vender o produto acabado sem que os compradores internacionais tenham outra alternativa de abastecimento", acrescenta Kunst. Em 2003, o segmento de produtos químicos para couro registrou, até novembro, um crescimento de 36,1% em suas exportações, na comparação com 2002. Foram exportados US$ 67,35 milhões, contra US$ 54,75 milhões em todo o ano de 2002. "Este crescimento ocorreu mesmo com o incremento das vendas de couro acabado no Brasil. Portanto, é um crescimento equilibrado, atendendo mercados internos e externos e permitindo a solidez das empresas deste segmento", finaliza o presidente. A redução de empregos neste segmento deve ser similar à redução nas vendas de couro acabado, caso persista a resolução do Governo Federal com relação ao wet blue. |
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