BASF realiza ações ambientais que colaboram com o Protocolo de Kyoto


A BASF está comprometida com a proteção do clima e apóia os objetivos do Protocolo de Kyoto, que passou a vigorar a partir de fevereiro de 2005. "A proteção do clima global necessita de esforços globais. Somente conseguiremos alcançar os objetivos do Protocolo de Kyoto se a comunidade global unir forças e distribuir a carga de forma justa", afirmou Jürgen Hambrecht, Presidente Mundial da BASF Aktiengesellschaft.


Por ser a empresa química líder, a BASF sempre foi mundialmente ativa na proteção ambiental, mesmo antes do surgimento do Protocolo de Kyoto. Desde os anos 70, a BASF vem liderando uma abordagem sustentável em relação aos recursos naturais com o controle da rede de fluxos de energia. Desde então, a energia liberada nas unidades de produção é usada para gerar vapor. Esse vapor é disponibilizado por meio de um sistema de tubulação às outras unidades que necessitam de energia adicional. Este sistema rompeu a ligação que existia entre produção e necessidades de recursos.

Entre 1990 e 2002, o Grupo BASF reduziu voluntariamente as emissões de gás causador de efeito estufa por tonelada métrica de produtos de venda em 61%. Em termos absolutos, isto corresponde a 38% de redução. A BASF definiu para si o objetivo de, até 2012, reduzir emissões de gás-estufa por tonelada métrica de produtos de venda em mais 10% em relação aos níveis de 2002, e ao mesmo tempo continuará expandindo ainda mais suas capacidades de produção mundial.

Experiência

"Nossa experiência na implementação de objetivos voluntários tem sido muito positiva. Reduzimos significativamente as emissões dos gases causadores de efeito estufa na empresa como um todo. Além disso, ao economizarmos energia, reduzimos nossos custos e, portanto, tornamos a BASF mais competitiva", diz Ernst Schwanhold, presidente do Centro de Competência Ambiental, de Segurança e de Energia.

A principal vantagem de compromissos voluntários com base em regulamentos governamentais deriva, no entanto, do fato de que os assuntos relacionados à proteção ambiental não são isolados de medidas econômicas e responsabilidade social. "Normalmente esquece-se em debate público que somente empresas bem-sucedidas economicamente estão em condições de contribuir para a proteção do clima," diz Schwanhold.

A BASF está comprometida com a proteção do clima em todos os paises em que opera. Todas as unidades de produção do Grupo BASF estão trabalhando em conjunto para alcançar os objetivos voluntários da empresa em reduzir suas emissões de gases causadores de efeito estufa. Isto também se aplica à nova unidade da BASF em Nanjing, China, que dará início à produção comercial em 2005.

A Wintershall, subsidiária da BASF, está fazendo uma contribuição substancial para reduzir emissões do CO2 geradas na produção de petróleo na Líbia. O gás natural derivado da produção de petróleo é processado em uma refinaria de utilização de gás e, em seguida, transportado através de um duto até a sua costa. É subsequentemente utilizado em usinas para gerar eletricidade. Em 2002 unicamente, a refinaria reduziu emissões de CO2 em 2,6 milhões de toneladas métricas.

Economias

Além de prosseguir com seus objetivos de proteção ao clima, a BASF oferece produtos e tecnologias inovadores que fazem uma contribuição importante nesta área. Aqui o enfoque está em transporte, residências e edifícios, que juntos são responsáveis por 56 por cento da energia primária usada em todo o mundo. Por comparação, a proporção de utilização na indústria representa 41%. Economias de energia em larga escala e até então não usadas nestas três áreas podem ser obtidas, por exemplo, com o uso de materiais plásticos inovadores.

Aplicações para esses plásticos incluem o isolamento térmico mais eficiente de moradias. Somente na Alemanha, 24 milhões de moradias precisam ser renovadas ou restauradas. Se elas fossem isoladas termicamente, as necessidades de combustível para aquecimento poderiam ser reduzidas de uma média de 25 para 7 litros de óleo por metro quadrado. As economias nas emissões de CO2 representariam 84 milhões de toneladas métricas ao ano; isto representaria um terço da redução necessária para cumprir com o objetivo do Protocolo de Kyoto em relação à Alemanha. 

O aumento no uso de materiais plásticos na indústria automobilística já vem reduzindo emissões de CO2 há anos. Materiais plásticos são hoje responsáveis por 14% do peso total de um carro de médio porte. Eles tornam os automóveis mais leves. Isto resulta em economias de combustível em mais de 2,3 milhões de toneladas métricas na Europa Ocidental e reduz emissões de CO2 em 9,2 milhões de toneladas métricas ao ano. A expectativa sobre a proporção de materiais plásticos em carros prevê um aumento médio de 18 por cento até 2008, portanto permitindo reduções adicionais de CO2. Além disso, combustíveis que contêm os aditivos inovadores da BASF para gasolina e diesel reduzem o consumo em até 2%, levando a uma redução ainda maior de emissões de CO2. (Pasarela)

   

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