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Grupo Artecola anuncia duplicação de sua unidade na Colômbia Em um ano de atividade no país, empresa ampliou vendas em 39 por cento e diversificou oferta com produtos de maior valor agregado.
Apenas um ano depois de instalar-se no país, com a aquisição do controle acionário da indústria de adesivos PIN, o Grupo Artecola (*) está duplicando suas instalações na Colômbia, segundo anunciou hoje o diretor-superintendente da empresa, Eduardo Kunst. Neste período, informa o executivo, além de um crescimento de 39 por cento de suas vendas, a agora Artecola PIN Colômbia S.A. diversificou sua oferta, passando a fornecer toda a linha de produtos da organização e, antes focada apenas na produção de adesivos para a indústria calçadista, ampliou seu atendimento para os setores automotivo, madeireiro e moveleiro e de papel e embalagem. Passou a fornecer também contrafortes para os fabricantes de calçados, painéis termomoldáveis para automóveis e bordos plásticos para a indústria moveleira. Além disto, agora exporta para Venezuela, Peru, Costa Rica, Jamaica e México. Perspectiva de crescimento continuado A ampliação das instalações da Artecola PIN Colômbia aponta para a manutenção deste ritmo de crescimento. Das instalações atuais, de 1.150 metros quadrados, a empresa passa para um prédio com 2.400 metros quadrados. Novos equipamentos estão sendo adquiridos, parte no Brasil e parte na Colômbia, para ampliar a fabricação local de produtos com maior agregado tecnológico, à medida em que vai sendo viabilizada pelo volume das vendas. Para acelerar o processo, um novo executivo do Grupo está se transferindo para Bogotá. Roque José Klein, que respondia pela gerência da unidade do Grupo em Campina Grande (PB), assume a gerência comercial na Colômbia, com a missão de reorganizar e qualificar a equipe comercial da empresa, além de promover o desenvolvimento dos padrões culturais e de gestão do grupo. Klein se soma a outro brasileiro que já está atuando no país – Marcos Bernardo Reinke, antes responsável administrativo financeiro da unidade argentina do grupo – e a dois executivos colombianos, que são sócios do empreendimento. Pacto Andino favorece exportações colombianas Confirmado pelos resultados iniciais, o otimismo do Grupo Artecola quanto a sua operação colombiana fundamenta-se também na privilegiada posição logística do país. Além de ter portos tanto no oceano Atlântico quanto no Pacífico, a Colômbia integra o Pacto Andino. Produtos fabricados em seu território são isentos de taxas de importação no Peru, Equador e Venezuela. Se importados do Brasil, seriam onerados por taxas que variam de 12 a 20 por cento. Também são facilitados os negócios com Chile e México, onde os produtos colombianos entram com taxas menores do que as impostas aos brasileiros, graças a acordos comerciais especiais destes mercados com o Pacto Andino. As vendas do grupo são impulsionadas ainda pela expansão econômica da América Latina. O índice de crescimento do PIB colombiano está previsto em quatro por cento em 2005 e outros quatro por cento em 2006. No Peru, esperam-se 6,5% este ano e sete por cento no ano que vem. O México deverá chegar a 4,7%. Na Argentina o índice acumulado, até agora, em 2005, já chega aos oito por cento. Enquanto isto, o faturamento da empresa, na comparação com igual período do ano passado registra crescimento de 39 por cento na Colômbia, 40 por cento da unidade mexicana e 27 por cento de sua operação na Argentina. Kunst observa que, em todos os casos, a ampliação não se restringe ao volume comercializado, mas se deve especialmente ao aumento do valor agregado dos produtos vendidos. A visão estratégica do Grupo Artecola contempla o posicionamento como referência latino-americana em insumos químicos e suprimentos industriais. Os resultados obtidos este ano apontam que o caminho está sendo percorrido com sucesso. O faturamento deverá alcançar a meta prevista, de US$ 79 milhões, dos quais 42 por cento originários de negócios internacionais. |
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