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Exportações de couros cresceram 8% em 2005 O ano que passou não foi satisfatório para as indústrias brasileiras de couros, porque a rentabilidade foi duramente prejudicada por vários aspectos, destacando-se a política cambial. Mesmo assim, segundo dados elaborados pela Associação das Indústrias de Curtume do Rio Grande do Sul - AICSul, com números fornecidos pela Secex, as exportações do setor apresentaram crescimento de 8% em termos monetários e de 5% no volume físico. Com este incremento, o setor alcançou US 1,4 bi no faturamento com as vendas externas. Em relação a novembro, o último mês do ano apresentou receita 11% maior, com incremento de 16% na comparação com dezembro de 2004. Quanto ao destino, o grande destaque foi a China na quantidade (acréscimo de 62% em relação a 2004) e no valor das vendas, o destaque maior ficou com a Coréia do Sul (com receita 62% maior do que no ano anterior). As exportações de wet blue (couro com menor valor agregado) foram apenas 1% maiores em 2005 do que em 2004 e renderam 6% a menos. No mesmo período, as vendas externas de couros acabados (maior valor agregado) aumentaram 8% no monetário e 7% no volume físico. Desempenho gaúcho inferior ao brasileiro O desempenho do setor coureiro do Rio Grande do Sul foi inferior ao brasileiro. O crescimento na receita das empresas gaúchas com exportações foi de apenas 1% em 2004, bem abaixo dos 8% do país. Em termos físicos a diferença foi ainda maior porque houve queda de 16% no volume comercializado pelas indústrias do Rio Grande do Sul e no Brasil ocorreu incremento de 5%. Quanto ao destino, os gaúchos tiveram quedas na quantidade vendida para os quatro maiores clientes: Hong Kong (-27%); Estados Unidos (-15%); Itália (-26%) e China (-15%) |
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